sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

As máscaras vão caindo ....


As máscaras vão caindo ao longo dos erros que mancham minha alma... Me tranquei em meio uma armadura da qual nem mesmo eu lembrava, hoje minha verdadeira face veio se mostrar novamente. E não me envergonho... Cansei de ser quem não sou... De que querer me destacar por feitos falsos, tudo não passa de teatros farsantes...
Serei eu mesma...
E goste quem quiser... Que eu abandone as lastimas, as lágrimas... Nada mais pode me ferir... Nada mais irá me fazer deixar de ser quem realmente sou... Que o sangue corra em minhas veias e a chuva purifique minha nova fase, que desde então era adormecida...
Nada nunca é o bastante...
E tenho dito, as máscaras me deixaram... Serei quem sou... destaque? Bem... me acostumarei a não ser atenção...
Não mudarei minha fisionomia por ninguém e nem por nada... serei apenas.. eu!

Um comentário:

  1. A queda das máscaras é o fim do nosso eclipse pessoal. É quando percebemos que sempre pensamos em refletir alguma luz ao invés de simplesmente percebermos que apenas estávamos cobrindo a nossa luz própria, que é muito mais radiante. O advento da autenticidade!
    E, ao contrário do que muita maria-vai-com-as-outras diz, ser autêntico não é ser alienado, é ser um verdade única num mundo de mentiras copiadas.
    Quanto a atenção, bem... essa é dispensável! Os melhores espetáculos independem de público.

    Bom tê-la visto novamente, ainda mais linda.

    Carpe diem!

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