segunda-feira, 21 de novembro de 2011


Por que te amar?
Por que sentir sua falta?
Respostas que não vem...
Eu gostaria de enxergar os meus tantos porquês...
O brilho dos teus olhos me cegam perante a razão...
Você se vai, se esconde, foge e mesmo assim eu não lhe culpo, não lhe cobro...
E mesmo sabendo que é a entrada de um abismo eu não me poupo de lhe amar, de lhe querer bem, de ser uma força externa à suas fraquezas...
Eu me importo com casa respiração, com cada gesto, com cada anoitecer...
E mesmo na distância eu me apego cada vez mais...
Pouco me importa se vai dar certo ou não, pouco me importa...
E se vier a se tornar um passado, que seja bem vindo... Será doce...
Se for para ser eterno, que seja intenso...
Deixe-me integrar minha alma...
E se não a quiser...devolva sem angustia...
Teus lábios que aconchegam...
Não me mande para longe...
Posso me tornar seu céu se quiser e o inferno se me ferir...
Sou maleável, intensa e querendo viver cada segundo como se fosse o último, para que as lembranças do que foi bom se tornem eternas e um crepúsculo de um novo amanhecer...

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