quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Mais um dia por aqui...
Vejo as garrafas que consumi ficarem velhas no quintal...
Hoje não me sinto triste, não sinto nada...
Vejo o mundo com os meus mesmos olhos, porém, resolvi ignorar o que me incomoda...
Sim...eu me vejo mais forte...
Acordei com ânsia pelo novo e desconhecido...
Eu criei forças sei lá de onde, mas elas vieram...e que bom, eu me sentia tão fragilizada com tudo e todos...
Mais um dia por aqui e a cada dia uma renovação...
Houve um despreendimento daqueles velhos valores e agora estou livre...
Livre para sorrir, para amar, para me levantar, para viver...
E mesmo que o viver seja um infortúnio, que eu via da melhor maneira possível...
Assim espero...
E que os proximos dias sejam melhores que o ontem sempre!
Hoje não me sinto triste, não sinto nada...
Vejo o mundo com os meus mesmos olhos, porém, resolvi ignorar o que me incomoda...
Sim...eu me vejo mais forte...
Acordei com ânsia pelo novo e desconhecido...
Eu criei forças sei lá de onde, mas elas vieram...e que bom, eu me sentia tão fragilizada com tudo e todos...
Mais um dia por aqui e a cada dia uma renovação...
Houve um despreendimento daqueles velhos valores e agora estou livre...
Livre para sorrir, para amar, para me levantar, para viver...
E mesmo que o viver seja um infortúnio, que eu via da melhor maneira possível...
Assim espero...
E que os proximos dias sejam melhores que o ontem sempre!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Já é hora de rever os reais valores de tudo...
Perceber que o que você gostaria de seguir nem sempre te fará bem...
Acabei com meu brilho com tentativas fracassadas de fazer o bem e agora me sinto como o resquício do nada...
Me deixei levar por sentimentos tão puros e agora vejo como fui fraca...
Não...eu não quero me perder novamente no abismo d gostar...
Se quiser ir...que vá, mas deixe minha luz comigo...
Com o mais amargo espinho me furei... se esse era o objetivo, parabéns...
Das mágoas mais dolorosas que suportei essa foi a mais intensa...
Meu olhos repudiaram os teus...
O que fazer agora?! Ir embora e esquecer?! Não quero nem guardar lembranças...
De tudo que vivi até hoje, pouco, mas válido para muitos...
Eu quero sumir...
Nunca me senti tão pequena assim....me tornei refém de meus próprios erros e agora me vejo presa do abismo que é se sentir um nada...
Perceber que o que você gostaria de seguir nem sempre te fará bem...
Acabei com meu brilho com tentativas fracassadas de fazer o bem e agora me sinto como o resquício do nada...
Me deixei levar por sentimentos tão puros e agora vejo como fui fraca...
Não...eu não quero me perder novamente no abismo d gostar...
Se quiser ir...que vá, mas deixe minha luz comigo...
Com o mais amargo espinho me furei... se esse era o objetivo, parabéns...
Das mágoas mais dolorosas que suportei essa foi a mais intensa...
Meu olhos repudiaram os teus...
O que fazer agora?! Ir embora e esquecer?! Não quero nem guardar lembranças...
De tudo que vivi até hoje, pouco, mas válido para muitos...
Eu quero sumir...
Nunca me senti tão pequena assim....me tornei refém de meus próprios erros e agora me vejo presa do abismo que é se sentir um nada...

Por que te amar?
Por que sentir sua falta?
Respostas que não vem...
Eu gostaria de enxergar os meus tantos porquês...
O brilho dos teus olhos me cegam perante a razão...
Você se vai, se esconde, foge e mesmo assim eu não lhe culpo, não lhe cobro...
E mesmo sabendo que é a entrada de um abismo eu não me poupo de lhe amar, de lhe querer bem, de ser uma força externa à suas fraquezas...
Eu me importo com casa respiração, com cada gesto, com cada anoitecer...
E mesmo na distância eu me apego cada vez mais...
Pouco me importa se vai dar certo ou não, pouco me importa...
E se vier a se tornar um passado, que seja bem vindo... Será doce...
Se for para ser eterno, que seja intenso...
Deixe-me integrar minha alma...
E se não a quiser...devolva sem angustia...
Teus lábios que aconchegam...
Não me mande para longe...
Posso me tornar seu céu se quiser e o inferno se me ferir...
Sou maleável, intensa e querendo viver cada segundo como se fosse o último, para que as lembranças do que foi bom se tornem eternas e um crepúsculo de um novo amanhecer...
Por que sentir sua falta?
Respostas que não vem...
Eu gostaria de enxergar os meus tantos porquês...
O brilho dos teus olhos me cegam perante a razão...
Você se vai, se esconde, foge e mesmo assim eu não lhe culpo, não lhe cobro...
E mesmo sabendo que é a entrada de um abismo eu não me poupo de lhe amar, de lhe querer bem, de ser uma força externa à suas fraquezas...
Eu me importo com casa respiração, com cada gesto, com cada anoitecer...
E mesmo na distância eu me apego cada vez mais...
Pouco me importa se vai dar certo ou não, pouco me importa...
E se vier a se tornar um passado, que seja bem vindo... Será doce...
Se for para ser eterno, que seja intenso...
Deixe-me integrar minha alma...
E se não a quiser...devolva sem angustia...
Teus lábios que aconchegam...
Não me mande para longe...
Posso me tornar seu céu se quiser e o inferno se me ferir...
Sou maleável, intensa e querendo viver cada segundo como se fosse o último, para que as lembranças do que foi bom se tornem eternas e um crepúsculo de um novo amanhecer...
domingo, 20 de novembro de 2011
...

Eu não quero mais tecer meus momentos com dúvidas eternas... Com confusões sem fim que desnorteiam meus sonhos a cada noite... Não quero mais me ver em meio ao acaso, muito menos daquilo que me é tão desconhecido... Já me cansei das frases feitas e dos olhares medíocres perante a tudo e todos, das conversas mal acabadas que só me trouxeram mais rancor.... Eu não quero me perder novamente em meus fracassos tão banais que roubam tanto das minhas forças... Cansei de ver o olhar sempre tão igual e intacto de todos... As opiniões equivocadas a meu respeito... Deixe que eu diga... Deixe que eu mostre... Eu não preciso de um guia para saber o que esperam...é simplesmente previsível... A clareza de meus olhos atormentam aqueles que podem enxergar e cegam aqueles que não querem ver... Apenas me vejo em meio uma selva em que todos estão dispostos a te matar...menos os seus criadores...é claro! Dizem te amar...Ora, ora, quanta ironia, quando desrespeito a aquilo que julgo ser amor... Eu não amo da boca para fora, muito menos por status... Amo por que amo e nada mais...
Se pudesse escolher não amaria, pois o amor é espinho que perfura sem perceber e se despede como punhal....
Já me cansei das mesmices e dos finais sempre reflexivos sem valor... Lágrimas? Não...eu não as tenho mais... Esse mundo de desastres inundam minha mente de pensamentos vazios e cruéis, porém, por que ainda vejo uma luz? Talvez seja essa maldita natureza humana que compõe meu ser, talvez eu ainda pense como todo mundo e me critico também... Somos fracos, somos vulneráveis, somos nada! Eu me perco no vazio do tudo, do que me é inseguro, na procura daquilo que me apague disso aqui... E encontrei, mas não posso ter o tempo todo... E que me perdoem quem achar-me tão amarga, olhe ao redor e entenda o que eu realmente vejo...segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Sinto saudades de não sei o que...
Talvez pelo vazio que consome meu ser...
Da fraqueza e agonia me vejo com saudades daquele brilho que eu bem conhecia...
Me perdi em meio as tristezas da terra...
Mera mortal presa na mente de um anjo...
Me refugio em meio as palavras...
Me afogo nas lágrimas...
Você não está aqui mais uma vez...
Sempre na ausência...
Eu me esforçei tanto para não me deixar nisso...
E agora?
Estou aqui de novo...
Perdida no oficio de escrever versos tristes...
Egoismo pensar que o que passo é grande...
Mas enquanto o vazio não cessa...eu continuo sem deixa o desânimo consumir...
Talvez pelo vazio que consome meu ser...
Da fraqueza e agonia me vejo com saudades daquele brilho que eu bem conhecia...
Me perdi em meio as tristezas da terra...
Mera mortal presa na mente de um anjo...
Me refugio em meio as palavras...
Me afogo nas lágrimas...
Você não está aqui mais uma vez...
Sempre na ausência...
Eu me esforçei tanto para não me deixar nisso...
E agora?
Estou aqui de novo...
Perdida no oficio de escrever versos tristes...
Egoismo pensar que o que passo é grande...
Mas enquanto o vazio não cessa...eu continuo sem deixa o desânimo consumir...
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