terça-feira, 30 de agosto de 2011


Vivo me perdendo em palavras que não queria dizer...
Vivendo de medo e enfrentando perigos que desconheço...
Sofrendo decepções quase que sempre...
Fecho os olhos para não ver, mas sempre continuo na ânsia pela fantasia...
Sonhos e mais sonhos que não vem...

Fantasias de surpresas que não chegam...
Eu gostaria poder esperar...mas vivo do inesperado, sempre...
As vezes um inesperado que nem se realiza...
Como gostaria de poder parar... olhar a paisagem e perceber que não estou sozinha olhando para o mesmo horizonte...mas sempre estou...

Olhares que se perdem a cada instante esperando uma mudança...
Essas mudanças não se aproximam, por mais que eu as deseje...

As lágrimas escorrem de minha face a cada vez que me vejo perdida em meio essa realidade suja...
Viva! Eu ouço sempre, mas viver tem se tornado árduo...

Acordar todas as manhãs e não ver sentido nisso tudo...

Queria ir embora. Mudar tudo sem medo de olhar para trás....

Medos...medo de tudo e de todos, afinal, o que esperar do outro?

Você nasce sozinho e morre sozinho...

Minhas mãos trêmulas de preocupação não tingem mais os papéis de cores e palavras soltas...
E não há nada que me faça encerrar meus versos com exatidão...

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Não sei porque...mas me peguei vendo seu retrato...
As lágrimas escorriam e eu não pude me conter...
Como eu queria estar nos seus braços, porém ao mesmo tempo não quero...
Por que me faz tanta falta?
Seria amor...?
Meu corpo nega, mas meu pensamento persiste...
Coisas complicadas e confusas que não se explicam...
Eu só espero que o tempo cure..